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quarta-feira, julho 26, 2006

Desprovido de Razão


Desprovido de Razão

Desprovido de razão, ando na invasão.
Sem competência, uso a prudência.
Não sei se decido, não sei se duvido,
Talvez aconteça sem dor de cabeça.

Amanheço, adormeço, não sei o começo.
Crianças gritam e adultos gemem.
O mundo vegeta nos pensamentos
Aborrece os tais fundamentos.

Descobrir, almejar, alcançar,
Talvez possa talvez alcance.
Desprovido de razão, sou emoção.
Abstraio as decepções, machuco o coração.

Enfim, vivo irracionalmente.
Decifro o complexo, o sem nexo.
Traduzo o amor, sinto o que virá.
Porém não sei aonde chegar, o que ofuscar.

Nathaly Pitágoras
18/05/2006
00:03 h

Um comentário:

Pam disse...

Escreve mais , pertu!!!
Agora voce é uma aluna de letras, sem desculpas para nao escrever, ok?
beijinhosss!!