"Eu não tenho casa
Eu não tenho pão
Tô vendendo as asas
Que possuo
Por não ter nada mais
Vez em quando um leite, vez um feijão
Quem jamais ganhou presente de Natal?
Eu não tenho chão
Só tenho grão de esperança
Deixa pra lá Ha quem tem por nós Eu não tenho casa (nada)"
Sei lá! A esperança desenhada nos olhos da garota
O olhar que pede atenção, prende meus pensamentos.
Parar no tempo, esperar que a tempestade passe....
Não sei se devo, não sei se posso.
Reflito constantemente sobre o "ar" que toma o meu peito, parece um desenho sem rascunho.
Parece mesmo uma tempestade que nunca cessa, parece mesmo um hospício.
Estou dominada por coisas estranhas, não sou eu que digito estas palavras, não pode ser eu.
Uma guerreira sem armas, sem forças.... Pobre coração... Pobre coração!
Que estúpida barreira é esta? Não sou esgoto sem saída, sou rato, sou fogo, sou trovão.
Meu Deus, afasta de mim este cálice., cale-seeeeeeeeeeeeeeeee.
Nathaly Pitágoras
13/11/2010 - 00:33 h

Um comentário:
ui pró ta inspirada , ein ? se lembra de mim ?
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