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quarta-feira, setembro 06, 2006

Último Sopro


Talvez seja o relato da morte

A dor comovente, um amigo ausente.

O desastre, impacto profundo;

Nossos olhos fundos, lapidados, angustiados.


Os corações aceleram, olhares vibrantes...

Dor, dor, o último sopro...

O ar deve faltar, uma escuridão...

Estamos sem pés, estamos sem pés.


Como viver intensamente a vida?

Viver... Devemos viver!

Sem escolher, sem deixar de dizer...

Palavras, gestos, afeto.


Que se dane o mundo! Não sou cristal,

Não sou anormal... Sou o sopro constante

Pulsação sem limite, amor sem limite...

A luz alcançara todos...Os que deram o último sopro.


Nathaly Pitágoras

06/09/2006

20:25 hs

Um comentário:

Anônimo disse...
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