
Talvez seja o relato da morte
A dor comovente, um amigo ausente.
O desastre, impacto profundo;
Nossos olhos fundos, lapidados, angustiados.
Os corações aceleram, olhares vibrantes...
Dor, dor, o último sopro...
O ar deve faltar, uma escuridão...
Estamos sem pés, estamos sem pés.
Como viver intensamente a vida?
Viver... Devemos viver!
Sem escolher, sem deixar de dizer...
Palavras, gestos, afeto.
Que se dane o mundo! Não sou cristal,
Não sou anormal... Sou o sopro constante
Pulsação sem limite, amor sem limite...
A luz alcançara todos...Os que deram o último sopro.
Nathaly Pitágoras
06/09/2006
20:25 hs
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